quinta-feira, 5 de junho de 2008

Música chinesa


Com aproximadamente seis mil anos de história, a música chinesa está entre as mais antigas do mundo. Suas origens podem ser encontradas na Antiguidade distante.
Há três mil anos atrás, enquanto a música européia apenas se iniciava, na China, uma completa teoria musical e diversos instrumentos musicais sofisticados começaram a apareçer; em parte pela influência dos rituais de música ortodoxa defendida por confúncios.
Deveu-se ao tribunal imperial, a montagem de uma agência musical que se encarregava de buscar e compor melodias antigas e canções populares. As diversas batidas, ritmos variados, tonalidades e beleza da música chinesa são fatores altamente contrários a sua contraparte ocidental. Entretanto, o seu desenvolvimento musical não está limitado apenas à China, já que a influência exterior também é percebida, na forma, por exemplo, do p'i-p'a, ou alaúde, e o hu-ch'in, um violino tocado verticalmente.
Os instrumentos musicais podem ser divididos em quatro categorias básicas, dependendo do método pelo qual são tocadas: instrumentos de "sopro", "curva", "arranque" e “golpe”. A música chinesa pode ser entendida sobre duas vertentes.
A primeira relaciona-se com as composições feitas pelo povo, em grupos de normalmente de três, cinco ou, no máximo, dez pessoas. Geralmente, os componentes dessa classe artística são de idades avançadas, eles tocam melodias populares ou temas de tradicionais óperas chinesas. Esse tipo de composição traz consigo os ritmos tocados no cotidiano da vida rural chinesa.
A segunda vertente, diz respeito à versão moderna da orquestra chinesa, que inclui dúzias de diferentes tipos de instrumentos musicais e, se desenvolve em grande parte pelas mudanças ocorrentes na sociedade. Além de tocar música tradicional, a orquestra também adapta baladas populares junto com composições sinfônicas clássicas e modernas. Ela é amplamente favorecida pela presença de jovens, amantes da música chinesa.

taj Mahal


“Taj Mahal foi construída de puro mármore branco, impermeável, um tipo que só se encontra na região. Vários detalhes são feitos em rubi, esmeralda e ônix. A mesquita ao lado é feita de bloco cerâmico, com cúpulas auto-portantes e tem um clima interno totalmente diferente, frio e de acústica.”

Para iniciar a nova temática, sobre cultura asiática, nada mais emocionante - ao meu ponto de vista - que começar pelo Taj Mahal (Índia).
Localizado numa das regiões mais antigas do planeta, o Taj Mahal é um *mausoléu que, além de classificado pela UNESCO como patrimônio da humanidade, também integra o conjunto das sete maravilhas do mundo.
Construído entre 1610 e 1652 a pedido do Imperador Shah Jahan, o Taj Mahl, mais que uma perfeita obra arquitetônica, é considerado a maior prova de amor do mundo. Ele foi edificado em memória da esposa favorita do Imperador, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio").
Internamente a construção é dividida em diversas salas, dentre as quais, a principal, é também a que guarda os restos mortais de Shah Jahan e Mumtaz.
A *cúpula do edifício, para nós em forma de cebola, para os árabes, em forma de maça, está decorado com um anel de flores de lótus em relevo, e no remate uma agulha ou finial dourada combina tradições islâmicas e hindus.
. O monumento tem uma altura aproximada de 60 metros; a cúpula principal mede 20 metros de diâmetro e 25 de altura. Hoje ele é considerado uma das maiores atrações turísticas do mundo.
A beleza, história e misticismo a que remete, são fatores que inspiram a prosa de diversos viajantes e escritores mundiais. Mais do que ouro e pedras preciosas o Taj Mahal carrega consigo emoções...

“Apesar dos seus adornos
severos, puramente
geométricos, o Taj Mahal flutua.
Na cúpula, a imensa cúpula,
há algo levemente excessivo,
algo que todo o mundo sente algo doloroso.
Documenta a mesma irrealidade.
Porque a cor branca não é real, não pesa, não é sólida.
Falso abaixo do Sol,
falso na claridade da Lua,
espécie de pez prateado
construído pelo homem
com uma ternura nervosa. "
Henri Michaux

Cúpula: Uma cúpula (ou domo) é uma abóbada hemisférica ou esferóide.
Mausoléu: Um mausoléu é uma tumba grandiosa, normalmente construída para um líder ou figura importante que morrera; também pode referir-se a uma estrutura que contenha um certo número de criptas com tumbas de indivíduos mortos.